Ovelhas Incandescentes

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Eu li "Divã", da Martha Medeiros!


Divã
Martha Medeiros
Editora Objetiva

"Penso como um homem, mas sinto como mulher.
Não me considero vítima de nada.
Sou autoritária, teimosa e um verdadeiro desastre na cozinha".

Li meu primeiro livro da Martha Medeiros... e fiz meu primeiro vídeo de livo. =)
Depois de anos ouvindo (e não fazendo) que eu tinha que gravar vídeos dos livros, finalmente chegou um dia em que eu quis "falar" sobre o livro, e não só "escrever" sobre ele.

"Não é à toa que o verbo comer designa, entre outros quitutes, a relação sexual: tudo começa pela boca e só termina quando acaba a fome. E sempre que o beijo não é lá essas coisas, o resto vai de mal a pior".


E o que eu acho sobre análise, repito: Todos nós precisamos fazer análise. Todos nós!

"A gente nunca fica satisfeita com os desfechos de nossos relacionamentos: se não conseguimos esquecer alguém, sofremos.
Se conseguimos, lamentamos o quão pueril tornou-se o passado".

E o que eu acho sobre a Mercedes e suas experiências, repito: Não precisamos chegar nos 40 anos para passar por essas dúvidas, medos, experiências, alegrias, agonias, tristezas, anseios... e por aí vai.
Não precisa ser mulher para passar por isso também.
Tudo o que ela passou no livro... acontece, aconteceu ou vai acontecer.
Aceite!
Aceitar é uma coisa que já é difícil por si só.
Você ainda nem sabe o que tem que aceitar, mas já se torna difícil aceitar a partir do momento que você tem que aceitar.
É difícil, mas não impossível.

"Lopes, você já quis me dar alta e eu recusei, achava que não estava pronta.
Agora entendo que nunca estarei pronta e que tudo o que preciso é conviver bem com meu desalinho e inconstância, que enfim aceito.
Bom trabalho, Doutor".

Incandesçam!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Se relacionar com o ser humano... vale a pena?

Então... vale... eu acho... ou não.

Eu não sei responder essa pergunta do título, mas hoje eu li uma coisa no facebook (só clicar aí na palavra pintadinha que você lê também) que me levou a pensar no assunto.

E gravei esse vídeo...

Uma pessoa com quem saí escolheu um filme péssimo porque "achou" que eu iria sempre querer escolher os filmes... que merda!

Outra pessoa com quem saí "achou" que se entrasse no MSN (era isso) pra falar comigo (no dia que a gente tinha saído), o assunto seria só a gente ou algo parecido... que merda!

Eu "achei" que deveria ligar ou mandar uma mensagem para a pessoa porque eu estava gostando de estar com ela, mas depois eu "achei" que não deveria fazer isso porque ele iria "achar" que eu estava muito a fim dele e iria "se achar" muito.

Quantas cagadas dessas a gente faz?
Quantas burradas dessas a gente "acha"?

Por que não dá pra gente gostar ou não gostar sem "achar" nada?
Por que não dá pra gente querer conversar com uma pessoa sem "achar" nada?

Por que não dá pra mandar uma mensagem pra uma pessoa, só pra falar que você lembrou dela ou que está com saudades... sem pensar nada além do normal? Nem ela, nem você?

Por que não dá pra não julgar nem ser julgada?

Continuo sem poder responder a pergunta do título.
Estou como na música da Legião: "Nem desistir, nem tentar".

Um beijo pra mim!