Ovelhas Incandescentes

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Lilith e os melhores 10 anos da minha vida!

Alguns dados:

- Eu sempre amei todos os animais do mundo, mas sempre tive muita afinidade com gatos.
- Eu sempre quis ter cachorros também, mas por morarmos em apartamentos pequenos e passarmos pouco tempo em casa, nunca arriscamos.
- Quando mudamos para a Barra Funda, levantei a ideia de ter gatos, mas o apartamento era pequeno até para um gato. Não tinha nem onde colocar a caixa de areia.
- Em 2002, minha irmã foi morar na Bahia e eu detestei. Sempre fui muito ligada a ela.
Em 2002, quando minha irmã foi morar na Bahia, minha mãe ficou preocupada que eu pudesse entrar em depressão ou ter qualquer problema parecido de novo, e começou a estudar  uma forma bacana de ter um gato. Eu não sabia disso, só soube depois.

Para mim, ela só falou: 'Uma amiga da mãe do Emílio tem uma gata, ela teve filhotes, e entre eles tem um pretinho'.
Quando eu ouvi isso, a primeira reação foi... nenhuma. E daí que tem um gatinho preto? Eu adoraria ter um gatinho preto. Eu adoraria ter qualquer gato, de qualquer cor, mas minha mãe não deixa porque não tem espaço, blá blá blá.
Eu adoro qualquer gato, mas sempre quis um gato preto, acho TÃO LINDO. E também porque sei que comigo eles estão protegidos de tanta filhadaputagem que existe especificamente com gatos pretos.

Lembro de ter falado algo como: 'Mas você fala que aqui não tem espaço'. E lembro que ela respondeu algo como: 'Ah, mas a gente pode ver se dá'.
Depois eu não sei mais o que falamos, sei que eu me agarrei na ideia. Sei também que ela falou: 'A gente pode pegar mais um, para um fazer companhia para o outro'.

UHUL! \o/ Danou-se. Aí que eu me agarrei na ideia mais ainda. Passados três meses, lá estávamos nós para pegar nossos novos parentes.

Primeiro ela (a dona da gata-mãe) trouxe um gatinho siamês. Eu falei que queríamos o pretinho. Ela levou o siamês e trouxe o pretinho.

Sempre que eu pensava em um gato preto, eu imaginava um gatão preto, grande, e seu nome seria Spock.
Mas... o gatinho preto que me esperava era uma menina. =]
Obviamente, não dava para ser Spock.

Quando a dona da gata-mãe colocou essa menina no meu colo, a caixa de transporte estava aberta do meu lado, ela já virou para o lado, foi entrando, sentando e deitando. =]

Eu não me lembro muito bem do primeiro siamês que ela colocou no meu colo, mas falei que queríamos mais um. Como a amiga dela já tinha visto que o pretinho era menina, ela trouxe um machinho.
E quando eu vi aquela bolinha peluda de olhos azuis e carinha redonda, eu senti que aquele siamês específico também era meu filho. Ele também já foi entrando, deitando... e estávamos prontos para ir para casa. =]
Foram observando o caminho, o tempo todo, como se fosse um passeio de sempre.
Ainda não tinha decidido os nomes, mas, realmente, Spock não seria dessa vez.
Então, aquela minúscula gatinha preta, magrela e orelhuda se enfiou atrás do guarda-roupa... e não queria sair. Ficamos preocupados, já querendo afastar o guarda-roupa. Afastamos um pouco, colocamos comida para tentar chamar atenção pelo faro e... ela veio comeu e voltou para trás do guarda-roupa.
Depois de um tempo ela saiu, quando ela quis. E eu decidi chamá-la de Lilith.
Reza a lenda que Lilith não aceitou a submissão ao homem. A minha Lilith também não aceitava se submeter a ninguém. Desde pequena era ela quem mandava na casa e era ela quem decidia o que os gatos deveriam ou não fazer.

O irmão dela foi chamado de Gwidion, que é o verdadeiro nome do Rei Arthur, e apelido de um amigo virtual que eu tinha na época.

O Gwidion já era duas vezes o tamanho dela e continuou duas vezes o tamanho dela depois que ficaram adultos. E ela sempre deu-lhe umas patadas quando achava que ele merecia.
Uma vez ela fez escândalo para abrirmos a porta do guarda-roupa, abrimos... e lá estava o Gwidion.
Deu-lhe uma patada para aprender. Gwidion desceu e saiu andando pelo corredor, ela saiu andando ao lado dele... e deu-lhe mais uma patada para ele aprender mesmo.
Se ele batia nela? Nunca levantou a pata. Só deu uma bronca naquela vez em que tivemos a infeliz ideia de trazer o gato do vizinho para eles se conhecerem.

Lilith era extremamente ciumenta e protetora. Quando viu o gato do vizinho... saiu correndo para atacá-lo. Sei lá o que se passou naquela cabeça de gato, mas ela não só quis atacar o gato do vizinho como também prendeu o Gwidion embaixo da mesa. Ele não podia dar um passo para fora que ela vinha como louca, soprando e mostrando os dentes para cima dele, só parava quando ele voltava para baixo da mesa.
Se fosse só isso... acontece que para cada vez que ele tentava sair, ela fazia isso. E para cada vez que ela fazia isso... cada soprada que ela dava era acompanhada de um jato de xixi e cocô.
Passamos o final de semana todo nessa rotina. Gwidion põe a pata para fora, ela corre gritando, mostrando unhas e dentes, e fazendo MINHAAAAAAAAAAAU. E para cada uma dessas... dá-lhe xixi e cocô pela casa.
Até que na segunda-feira, Gwidion põe a pata para fora, lá vem ela... e quando ela vai dar a patada nele, ele olha para ela e... apenas mostra os dentes. Sem nem fazer aquele barulho de soprada que os donos de gatos conhecem. Ele apenas abriu a boquinha, fez o movimento com a boca, mostrou os dentes, mas sem soltar o som. Foi o suficiente. Ela baixou a cabeça e saiu andando.
E essa era a bronca que o Gwidion dava na Lilith, e era o suficiente. Mas ele sempre aguentou os xiliques dela, as patadas que ela achava que tinha que dar, e nunca bateu nela, nem mesmo levantava a pata. E olha que ela era muito xiliquenta, era ela quem mandava na casa. =]
Vinha correndo se ouvisse a gente gritando, se ouvisse um 'AI' ou se ouvisse qualquer alteração na voz.
Às vezes eu falava do quarto com meu pai, que estava na sala, e lá vinha ela, dando aquele miado arrastado, achando que estávamos brigando. Subia no meu colo, colocava as patas na minha boca e desandava a miar. E eu tinha que provar que não estávamos brigando.
Passava por baixo das pernas do meu pai e se meu pai não ligasse, ela passava de novo. E ficava passando até ele dar atenção a ela.
Brincava com meu pai e se meu pai virasse as costas, como quem cansou da brincadeira, ela pulava nas pernas dele.
Uma vez minha mãe estava arrumando uma roupa e a costureira, sem querer, espetou ela com a agulha. Minha mãe fez 'Ai'. Lilith veio correndo e mordeu a costureira. 
Uma vez eu estava deitada com o Namorado e ele, sem querer, beliscou o meu braço e eu fiz 'Ai'.
Lilith subiu na cama na hora e o Namorado até se empolgou achando que ela ia dormir com a gente, mas não.
Ele falou: 'A Lilith subiu na cama'. E logo em seguida: 'Ai, ela me mordeu'.
Ela nunca gostou de colo, nunca gostou de pegação. Quando ela queria, vinha no nosso colo, mas é ela que queria. Se tentasse pegar à força... lá vinham os miados arrastados de reclamação.
Uma vez a Raquel foi tomar banho, Lilith entrou no banheiro (ela sempre entrava no banheiro com a gente) e a Raquel achou que era apenas companhia. E foi aí que descobrimos que ela tinha medo do chuveiro ou do barulho dele, porque ela abriu o box, mordeu a Raquel e tentou arrastá-la para fora do chuveiro.
A partir daí a gente passou a tomar banho com o banheiro fechado. Impedir que ela abrisse o box não a impedia de pular em cima do box e tentar se jogar em cima da gente para nos salvar do 'monstro-chuveiro'.


 

Passou um ano, fizemos uma festinha de aniversário (coisa da Tia Maluca, Raquel). Temos fotos, mas estão no álbum, ainda não tinha a modernidade da máquina digital.
Passaram-se dois anos, três anos, quatro anos... e minha nega até ficou careca. O veterinário falou que era estresse. E, realmente, ela era muito estressada, muito ciumenta, muito protetora com a família dela.
'Gatinho careca no'. =]
E como adorava um trigo! Ela vomitava, tossia, cuspia tudo, mas não podia ver um trigo que ia pegar, e não adiantava trocar de lugar.
Ache a Lilith! =]
Ficava onde a mamãe ficava, depois ficava com a vovó, com o vovô, com todo mundo aqui. Apesar da vovó falar que ela era uma puxa-saco da mamãe.
Eu queria estudar. 
Quando o Miguel chegou em casa, os gatos estranharam um pouco. Eles chegavam perto já soprando e brigando porque parecia um gatinho novo chorando. Depois não se importaram.
Quando ele chorava, Lilith saía correndo para ver se estava tudo bem. =]

"Olha só o que a minha Tia Maluca foi me arrumar. Já tenho tanta gente para cuidar e ela ainda me arruma esse bebê chorão. E ainda coloca na minha cama". =]

Miguel passou as duas últimas semanas de férias aqui em casa, Lilith estava bem. Todos esses dias, antes de voltar para a casa dele, ele entrava na casinha de cada um, dava um beijo em cada um e falava: 'Amanhã a gente se vê'.
Se não estivessem nas casinhas, ele ia atrás dos dois, não importa onde estivessem. =]
Segunda-feira ele me perguntou se eu estava triste e onde estava a Lilith.
Hoje ele já chegou perguntando: 'Cadê a Lilith?'
E eu desconversei.
Aqui ele abraça o Gwidion. A cabecinha da Lilith está logo ali, seria a próxima. =]
Minha nega... era filha, mãe, babá. Cuidava de todo mundo aqui. Era a guardiã da casa.
É a cama da mamãe, é a minha cama!
E fica onde a mamãe fica. =]
Ou sempre perto da mamãe.
Ou muito perto da mamãe. =]
Assistindo TV com mamãe e vovó. =]
Um papel tão interessante esse aqui. 
Passagem interditada, cuidado para não pisar nos gatos.
Mantendo o bronzeado felino. =]
Mamãe adora ficar me amassando. Eu deixo só um pouco. =]
A primeira foto nossa tirada pela mamãe. =]
Esses dias atrás. =]
A última foto, quase dormindo, com olho-risquinho. =]
Dez anos se passaram e a Tia Maluca, Raquel, estava cogitando mais uma festinha para o décimo primeiro aniversário... não deu tempo.

O Gwidion está te procurando pela casa. Às vezes eu também estou. Acho que você vai entrar no quarto, me chamando com aquele seu miado grave e arrastado.
Obrigada, minha amada, minha querida, minha filha, minha Lilith. Foram os dez melhores anos da minha vida. Porque você esteve comigo, porque você foi minha filha nessa vida.
Eu sei que foi melhor assim, minha amada. E eu só tenho a agradecer pelos dez melhores anos que você me deu, pelos dez melhores anos da minha vida. 
Muito obrigada, minha filha, minha Lilith. Eu te amo muito, muito!
"E o coração de quem ama fica faltando um pedaço..." (Djavan)

21 comentários:

  1. Sério que saiu uma lágrima aqui.
    Eu já perdi muito bichinho nessa vida, é o ciclo natural. Mas sempre vai ficar aquele vazio, pois são nossos filhos.
    Fazem cinco meses que meu Tom e minha Gisele desapareceram, alguém, pode ter sido minha avó, ou a vizinha, deve ter dado fim neles.
    Meu Tom era sempre antipático, metido e tinha medo de bolha de sabão, e a Gisele era bem carinhosa e vesguinha. Agora não tenho mais gatos, meu pai não quer :/
    O que ficam são as lembranças boas, de todas as brincadeiras...

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    1. Que triste!
      Aqui se alguém der fim em um bicho, eu mesma em pessoa darei fim nesse ser.
      BJs

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  2. Nossa Re, você me fez chorar...e muito. A Lilith era linda mas agora é uma estrelinha, tenho certeza que sempre te iluminará. A minha Mel é igual à Lilith nos costumes, só muda a cor rs...é bem arrisca e não gosta que a peguem, mas quem manda realmente é o Pepo que tem cara de songo, mas de songo não tem nada. Beijinhos Re, que Deus conforte o seu coração, imagino o quanto deve ser difícil, também amo meus filhos de pêlos. Gi

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  3. Que fofa Re, a Mel é *arisca, escrevi errado lá em cima kkk, ela não gosta que a Nanu e a Paulinha a peguem, mas elas pegam mesmo assim e as vezes levam uns arranhões, mas não é falta de avisar. Já o Pepo, coitado...a Nanu faz ele de gato e sapato e ele nunca fez nada, ele adora ela, onde ela vai ele está atrás, dos dois é o mais dengoso e carinhoso. A Lilith realmente deve ter deixado muita saudade, porque dá pra ver que era uma gatinha super diferente e especial.

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    1. A gente sempre teve medo dele tomar uns arranhões. rs Mas isso nunca aconteceu. O máximo q eles faziam era reclamar. rs O Miguel deitava em cima deles e eles aguentavam um monte, depois reclamavam e saíam. rs
      O máximo q aconteceu, foi esses dias. Miguel ficou brincando de fazer cócegas no Gwidion e ele foi dar uma bocada na mão dele. Só q ele foi com a boca bem devagar, meio q pra avisar. rsrs E o Miguel tirou a mão rapidinho. rs

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  4. Re, tô com a cara toda inchada! Antes de chegar na metade do post já estava chorando muito!! :'(
    Que linda homenagem vc fez à Lilith, dentre tantas outras coisas boas ela recebeu de ti. Ficam agora os bons momentos, as lembranças inesquecíveis, o carinho.
    Bjs

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    1. Obrigada, Ci. Hj é o primeiro dia oficial e acho q é o pior de todos. Estamos tentando superar. Meu pai, minha mãe, minha irmã e o irmão dela, meu outro gato.
      O dia difícil de viver. Bjs

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  5. Re adorei saber a história de vcs, que bom que vc pode viver tantos momentos bons que vão deixar muitas saudades né eu sei como é mas as recordações nos ajudam a superar essa dor e a falta que nós sentimos.
    Eu tive uma cachorrinha chamada Rebeca e ela fez parte da minha vida era tratada com uma filha na minha casa, minha mãe até falava vai passear coma sua irmã...kkk..e os vizinhos achavam engraçado ela falar assim mas resumindo ela ficou muito velhinha e se foi, mas no meu coração ela ainda vive :)

    Bjs....Nini

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    1. Eu sei q foi melhor assim. Mas a saudade é uma coisa triste mesmo. Hj é o primeiro dia oficial sem ela... me pego procurando por ela aqui em casa, aí lembro q ela não está mais. Bjs

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  6. Amei o nome do blog rs,que gata linda!!!! Bjs,Trícia.

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  7. Regi, Ontem comecei a ler sua postagem do meu celular e meu baby qd viu as fotos dos gatinhos se empolgou e pediu um pra ele.
    Mas o celular descarregou e não conseguir terminar de ler o que deixou ele chateado e começou a choramingar, prometi que hj terminariamos de ver. Na correria me passei.
    Vim aqui agora terminar de ler.

    É muito trite perder um bichinho, mas é o ciclo natural da vida. (mas sério não deveria ser assim)
    A Lilith muito linda e fofa te fez feliz e a toda sua família.

    Linda sua história. Deus conforte seu coração.
    Um beijo

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    1. Obrigada, Amandinha... essa semana será dureza mesmo. Bjs

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  8. Lindíssima homenagem a sua filha! Ela não poderia ter sido mais amada nesta vida do que foi. Entendo a sua dor e a saudade que irá ficar para sempre. Tenho 9 filhos felinos que são meu tesouro mais precioso, o meu Salém é igual a sua Lilith e o meu Ramsés (meu primogênito) é um siamês idoso. Não consigo nem imaginar quando for o momento da partida deles, por isso imagino a falta que você está sentindo da sua menina. Que Deus conforte seu coração e olho vivo no Gwidion, pois ele pode ficar doente por sentir falta dela. Força e continue amando e cuidando desses seres maravilhosos que nos dão tanto sem pedir nada em troca. Bjs

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    1. Muito obrigada, Ro, sei q foi melhor assim. Mas é um pedaço tirado da gente. Bjs

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  9. Nossa Regi, sinto muito. Sei bem como é perder um bichinho que a gente tanto gosta. No começo também tivemos problemas por causa dos gatos (meu irmão tinha bronquite) e minha mãe não deixava a gente pegar um por causa dele. Mas o caçula tanto perturbou que conseguimos um gato atrás do outro e sempre gostamos mais dos pretos. Outra coisa que eu achei bem interessante na postagem é quando você falou da filhadaputagem com os gatos pretos, uma das minhas gatinhas foi morta em uma sexta feira treze. Já tinham machucado ela quando ainda morávamos na minha avó, mas quando a gente saiu de lá e não trouxe ela (porque estamos em apartamento e lá ela teria mais espaço) ela fugiu e uma semana depois a vizinha encontrou ela morta na frente de casa.
    Sinto muito pela perda da Lilith, mas tenho certeza que ela está em um lugar melhor. E procure sempre lembrar dos bons momentos que você teve com ela, é sempre melhor. Força garota!

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    1. Obrigada, Rafa. Esses primeiros dias estão dureza de se viver. Vamos conseguir!

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  10. Juro .. não sei o que dizer ...

    só que.. Lilith era liiinda ^^

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  11. Lindona fiquei imensamente triste com sua história!!Só que ama de vdd um animalzinho sabe a dor que sentimos quan eles se vão :)
    Perdi minha bb dog em novembro do ano passado e sinto uma saudae imensa dela...

    Beziquinhos docesss..

    Drika Bello Tricotando a Vida

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    1. É, Drika, essa saudade não passa. O aperto no coração tb não. Mas gosto de pensar q agora ela está bem. Agora, estamos nos preparando para adotar mais 2 gatinhos. Meu Gwidion está muito triste. Precisamos de companhia felina aqui em casa. =]
      Bjs

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