Ovelhas Incandescentes

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Às vezes o amor acaba... mas não por você.

Eu já pensei que fosse amar alguém para sempre;
Pensei que seria amiga para sempre;
Pensei que manteríamos contato para sempre;
Pensei que algumas pessoas pensariam em mim para sempre;
Pensei que tivesse encontrado o homem da minha vida (para sempre);
Pensei que alguns amigos fossem para sempre.

Pensei em um monte de coisas para sempre!
Aí o "para sempre" acabou e eu dancei.
Que merda!

Não estou mais com aquele cara.
Nem falo mais com aquela menina.
Nem falo mais com eles, nem eles pensam mais em mim.
E os amigos, agora, são outros.

Fiquei triste? Bastante.
Chorei? Um pouco. Ainda mais eu, que sou chorona.

Mas estou inteira!
Não tinha um pote de ouro no final do arco-íris, mas consegui pagar as últimas contas.

"Ah, mas você é muito grossa..."

NEM VEM! Cada um tem um jeito de reagir às coisas, entendo.
Mas se você quer que eu entenda o seu jeito nhem nhem nhem de resolver seus problemas, entenda o meu de fazer o mínimo de nhem nhem nhem possível.
Não dá para continuar um namoro que você está vendo que já acabou, só ainda não terminou.

"Mas não dá para tentar mais uma vez?"
Dá, mas se fosse tão "tentável" assim, não teria chegado no ponto que chegou.
Vocês teriam visto antes e teriam consertado antes.

"Ah, mas eu já tô acostumada com ele(a)..."
Ih, pronto, olha a merda.
"Estou acostumada" é o começo do fim.
Você quer continuar com a pessoa por que gosta dela ou por que está acostumada?
Porque se você gosta, lamento informar, tem que ver se ela ainda gosta de você.
Se você só está acostumada, acorda para cuspir tudo bem, é um direito que você tem, mas depois não vá reclamar que fulano(a) não faz isso ou faz aquilo. Foi você que escolheu continuar assim.

Voltando ao caso do "tem que ver se a pessoa ainda gosta", a verdade é essa.
Às vezes o amor acaba. E não, necessariamente, precisa ter um motivo.
Não precisa ter alguma coisa que alguém fez, não precisa ter conhecido um outro alguém, não precisa estar gostando de outro(a), não precisa nada. Acontece. O amor também acaba.
E aí depende de você, morrer para o resto da vida ou viver até quando der.
É triste? É, você vai chorar, e muito!

Esse negócio de "Big girls don't cry" não existe. "Big girls cry" muito e ainda continuam sendo "Big girls".
E você vai chorar muito. Até mesmo se tiver certeza que não gosta mais, se tiver certeza que quer terminar, se tiver certeza que não quer mais, que não dá mais e que chega!
Ainda assim, vai doer e você vai chorar.
Mas, chega! Não precisa tornar pior o que já é difícil.
Faça o básico, o óbvio e o simples:

VAI CUIDAR DA SUA VIDA!
VAI CUIDAR DE VOCÊ!

Se foi você quem terminou, você sabe que foi melhor assim.
Se terminaram com você, você sabe que da mesma forma que ninguém te obriga a gostar de ninguém, você não pode obrigar ninguém a gostar de você.
Não quero dar uma de Álvares de Azevedo, mas o melhor do sofrimento é passar por ele e sair inteiro do outro lado.
Às vezes o amor acaba, mesmo. As pessoas mudam, os interesses mudam, você também muda.

Muitas vezes é a maturidade batendo na porta, muitas vezes é a falta de personalidade se mostrando.
É difícil explicar, mas nem todos conseguem mudar, mas ser a mesma pessoa.
A velha história de trocar suas folhas, mas manter suas raízes.
Nem todos conseguem, mas você pode e deve conseguir.

Então, vire a página e vai cuidar da sua vida.
Rasgue a página e jogue na fogueira.
Ficar insistindo no que não deu ou no que acabou é uma falta de respeito com você mesmo(a).
Pare de se matar e vai ser feliz. É muito mais legal do que ficar sofrendo por algo que não faz mais parte da sua vida.

"Ah, falar é fácil..."
É mais fácil que fazer, eu sei. Mas depois que você fizer, vai ver como é muito mais legal e vai ver como eu tinha razão!
Incandesçam!

sábado, 10 de outubro de 2009

Que diabos elas querem? ELAS? O que ELES querem?

E lá estou eu, também.
Wherever, whenever.

Psiu...
Ela... se olhou é fácil. Se não, tá se fazendo de difícil.

Rola um approach.
Se ele fala de sexo e do que gosta... é normal porque ele é homem.
Se ela fala de sexo e do que gosta... deve ser uma vadia que ele pega fácil.

Se ele pega fácil, é vadia mesmo.
Se não pegou, é porque ela fez cu doce.
E mais tarde, para os amigos, era uma puta se fazendo de santa, e ele sabia disso o tempo todo.

Se ela dá, é puta.
Se não dá, é filha da puta.

Se é puta, ele pode pegar... só pegar (e fazer esse favor para ela, porque ele vai dar um jeito de sair por cima... e por baixo também, se puder), porque ele é que não vai querer namorar uma puta.
Se é filha da puta, aí esquece, porque ela não vai liberar. Mas, aí sim, aí está uma garota boa para namorar.

Se for só uma pegada, que seja logo uma puta. Porque se rolar uma cama... CAMA É CAMA, PORRA! COMO É QUE DÁ PARA SER SANTA NA CAMA?
Se for para namorar, que seja uma dama. Porque ele não vai querer namorar uma puta e ficar conhecido como "o cara que namora com aquela vagabunda".

Mas na hora que o sangue ferve e o batimento acelera... ele não vai querer uma dama.
Ele vai querer, mesmo, é uma vagabunda!

Aí mora a hipocrisia masculina.
Tem vezes que chama fulana de vagabunda, burra e vadia para baixo. "Não falo nada", "Eu é que não pego uma mulher dessas".
Mentira! Isso é o que eles dizem, mas não o que eles acham.
No fundo, eles gostam.

"Eu me casei/namoro com você. Foi você que eu escolhi para casar/namorar".
Ótimo. Mas o seu tesão está onde?

"Eu nunca te traí".
Great! E a sua cabeça está onde? Pensando em quem? Procurando revista de quem, mesmo?

Fidelidade é lindo, mas se a lealdade falha... que merda!
Se a lealdade falha, a fidelidade não faz muito sentido.

Se você não serve para ser a vadia do seu namorado/marido, não se dê ao trabalho (sim, trabalho) de ser a namorada/esposa.
Ele sempre vai poder justificar que homem é assim, e todos são assim, e isso nunca vai mudar.
E você corre o risco de acabar acreditando e aceitando isso.

Da minha parte?
NEM FODENDO!
E se forem todos assim, mesmo, eu aconselho a "técnica de libertação zapatiana", que garante ótimos resultados logo no primeiro uso:

VAI TOMÁ NO CU!
Não tenho que aceitar e nem me acostumar ou me adaptar a nada que eu não goste.