Ovelhas Incandescentes

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quarta-feira, 18 de junho de 2008

É cada uma que me inventam...

No domingo eu estava folheando uma revista (não importa o nome). 
Já tive o meu tempo em achar essas revistas legais, mas hoje parece meio forçado... como pessoas querendo ser legais, querendo parecer legais para os outros... Aff! 
Tempo bom, que não volta mais... que bom!

Mas voltando para a revista... que triste!
E o pior, foi direcionada para as mulheres como "Dicas" para fazer um namorado largar o maldito videogame.

Dicas? Aquilo era um atestado de imbecilidade, isso sim! 
Melhor, aquilo era um atestado de imbecilidade feminina.
"Tropece no fio", "Esconda a fita" (não sei se tinha isso, mas era quase), "Chame um amigo para conversar na cozinha, isso causará um ciúmes" e blá-blá-blá.

As revistas tratam as mulheres (e os homens também) como um bando de fúteis, que não fazem mais nada da vida além de namorar. Poupem-me!
Você acha que eu não tenho mais nada para fazer da minha vida?

Vou dar as minhas dicas, elas serão muito mais úteis.
1 - Se o seu namorado quiser jogar videogame... vá jogar com ele ou vá cuidar de sua vida;
2 - Se ele quiser ver o jogo de futebol... foda-se, aposto que você tem um monte de coisas para fazer ou que goste de fazer;
3 - Fazer ciúmes para o namorado? Vá lavar o banheiro! 
Tem sempre um cômodo da casa que precisa de uma limpezinha ou vá fazer alguma coisa de útil. Dormir, por exemplo, além de ser um calmante, evita fazer um papel ridículo;
4 - Ele quer fazer isso, aquilo e aquilo outro... vá te catar! 
Vá fazer isso, aquilo e aquilo outro você também!

Não sei se você gostou ou não, mas te garanto que minhas dicas são muito mais úteis.
Entendo que tem gente paranoica (homens e mulheres), mas também não precisa assumir a futilidade em público. 

Eu e minha filha Lilith.
De acordo com o folclore Hebreu, Lilith foi a primeira esposa de Adão. Não aceitou a submissão ao homem e há quem diga que ela fugiu ou que foi expulsa do paraíso e, então, retratada como um demônio.
Mas o que importa aqui é que minha gata tem esse nome porque, assim como Lilith, é uma mulher independente, protege a família dela e não aceita ordens de ninguém.
E até ela tem mais o que fazer da vida.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Se você quer me seguir, não é seguro!*

Tem coisas que a gente aprende, né?

E como eu não pensei nisso antes?

Pensei que fosse morrer!

Por que a gente é tão besta?

Por que o ser humano é tão complicado?

Eu, não. Não sou daqui, sou de Nárnia!

* Eu aprendi que, não adianta, tem coisas que a gente nunca aprende;

* Tem coisas que a gente não quer aprender;

* Tem coisas que a gente insiste no erro;

* Tem coisas que são óbvias;

* Aprendi que se pode amar sem vincular o "Eu te amo" ao "Para sempre";

* Aprendi que se pode amar sem querer passar o resto da vida com a pessoa;

* Aprendi que o agora não é tão "agora" quanto eu pensava. No fundo, ele é sempre um pouquinho "depois" e um pouco mais "antes";

* Aprendi que se deu errado... QUE SE FODA, mas não para o meu lado;

* Aprendi que falo muito e faço pouco, e aprendi a admitir isso;

* Aprendi que apesar de ser ÚNICA no mundo, no geral, somos todos iguais;

* In vitro ou Out vitro, todos nascemos do mesmo jeito e morremos, também, do mesmo jeito.
Logo, somos todos iguais;

* Aprendi a não achar ninguém melhor do que eu, porque, realmente, não existe;

* Se somos Únicos, mas iguais, então, eu serei sempre a melhor na condição de ser eu mesma!


* O título deste texto faz parte da música "Hoje eu quero sair só", do cantor Lenine.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Sabe o que eu acho?


Acho que sei lá!
E sabe o que eu acho também?
Que o fabricante de Super Bonder é muito esperto. Você usa uma vez, depois a tampa cola e você não usa mais... e tem que comprar outro. 
Deve ser por isso que eles nunca mudaram a embalagem.

Mas sabe o que eu acho mesmo? 
A velha história do "Como esquecer você" ou "Só se cura um amor com outro amor"... dá para esquecer, sim! 

O que acontece é que no fundo, bem lá no fundo, é você que não quer parar de gostar da pessoa.
Não que seja do seu interesse ficar sofrendo por amor... ou se for, tudo bem, problema seu. 
Mas, talvez... talvez coisa nenhuma, no fundo a gente sempre tem a esperança de que ele ou ela vai gostar da gente de novo... ou ainda vai gostar da gente.

Sai dessa! Não deu, não deu... ou não dá, não dá. E pronto! 
Não quero passar a imagem ou a mensagem de que devemos todos sair por aí e rodar a banca (se você quiser, vai na fé, só tome cuidado e pense em você primeiro, ok?), mas... convenhamos, o mundo é grande e está cheio de gente por aí, cheio de amor para dar (cheio de gente solteira, por favor, não vai se meter a besta com gente comprometida, tenho pavor de gente vagabunda, seja homem ou mulher).

Voltando ao assunto, a gente sempre acha que vai isso, que vai aquilo e se prende na pessoa, mas o que acontece é que a gente só não desencana porque não quer ou, pior, porque está acostumado.

"Ah, não, já estou acostumada, começar um outro relacionamento, tudo aquilo de novo, criar uma convivência de novo, criar uma intimidade de novo, conhecer os defeitos de novo, perder a vergonha de novo, a timidez inicial de novo... será que ele ou ela vai entender que eu sou assim, será que vai gostar se eu for assado? Ah, mas nessa parte, meu/minha ex- era melhor". 

Tudo bem, vai atrás dele ou dela.
Mas vai e cala a boca. Se é isso mesmo que você quer, aguente!

Da minha parte, se o amor acabou, termine.

Convivência... até onde vai o amor e até onde vai a convivência?
Comodismo, rotina, sem química, sem tesão... não dá.
E o velho "Tanto tempo juntos e agora acabou" ou "Se eu soubesse disso..."
Lógico, se eu soubesse disso nem tinha começado.

Mas também, lógico é o cacete! 
Mesmo se você soubesse que depois de tantos anos iria acabar, ainda assim, você seguiria em frente com o relacionamento, porque naquela hora era o que você queria fazer!

Mas se chegou no ponto do "não sei o que acontece mas estou de saco cheio, preciso ficar sozinha" (exceto para aqueles que, como eu, precisam ficar sozinhos)... é a hora de terminar. 
Não importa quantos milhões de anos ficaram juntos ou "em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece".

Às vezes, as coisas são difíceis, mesmo, mas cabe à gente resolver a situação ou ficar sofrendo para sempre. 
Se chegou a hora de acabar, se o amor acabou (ele também acaba, SIM!), termine!

Se você ainda gostar, mesmo, vocês voltam!
Se não... UFA, que alívio hein?! 
Garanto que vai se sentir muito melhor.

Vai por mim, não é que eu seja "cavala", mas... morrer de amor no ano 2000... também adoro Álvares de Azevedo, mas morrer de amor no ano 2000, decididamente, não é para mim... talvez fosse nos anos 90... mas a gente muda (Graças a Deus!), né?

Incandesçam!
=)